
Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville
Os Sambaquis são um tipo de sítio arqueológico. Em Joinville existem 41 Sambaquis, sempre em forma de monte, podendo chegar a 30 metros de altura.
Em 1972 foi criado o Museu de Sambaqui de Joinville com intuito de comunicar, guardar e pesquisar esses sítios arqueológicos tão importantes para o Brasil, além de contar a história desse povo que viveu há 5.000 atrás nesta região.
Horário Funcionamento
- Segunda-feira
- Fechado
- Ter - Dom
- -
O que é o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville e por que visitar?
A história de Joinville começa muito antes da chegada dos imigrantes europeus em 1851. Ela começa há mais de 5 mil anos, quando povos pescadores, caçadores e coletores habitavam as margens da Baía da Babitonga e deixaram para trás monumentos feitos de conchas, ossos e artefatos — os sambaquis.
Para conhecer essa história mais antiga da cidade, o endereço certo é o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville — o MASJ. Com entrada gratuita e localização central, é um dos museus mais importantes do Brasil na área de arqueologia pré-colonial.
O que é um sambaqui?
Sambaqui é um tipo de sítio arqueológico formado pelo acúmulo de conchas, ossos de animais, ferramentas em rocha, restos de fogueiras e enterramentos humanos. Sua estrutura é em forma de monte e pode chegar a 30 metros de altura.
Em Joinville existem 41 sambaquis registrados e preservados. A região da Baía da Babitonga, na qual a cidade está inserida, concentra cerca de 150 sítios arqueológicos desse tipo — a maior concentração de sambaquis do Brasil, e possivelmente do mundo.
O que tem no Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville?
Fundado em 1972, o MASJ guarda um acervo com mais de 100 mil artefatos que evidenciam a cultura e o modo de vida do povo sambaquiano. Entre os itens do acervo estão ossos humanos e de animais, pontas de flechas esculpidas em quartzo, utensílios domésticos e ferramentas de pesca e caça.
Atualmente estão abertas ao público duas exposições permanentes:
Acervos do Sambaqui: Coisas a Olhar — apresenta objetos utilizados pelos sambaquianos e povos indígenas, incluindo esqueletos encontrados nos sambaquis
Sambaquis: Monte de Conchas, Monte de Histórias — conta a trajetória dos povos originários até chegarem à região de Joinville
O museu conta com televisões que transmitem informações em português, inglês e Libras. O espaço é acessível, com banheiro adaptado, piso podotátil, painel e livros em braille e mapa tátil.
Em 2025, o museu inaugurou um anexo com reserva técnica para mais de 100 mil peças, dois laboratórios e áreas dedicadas à arqueologia, museologia e educação patrimonial — um investimento de aproximadamente R$ 3 milhões com recursos da Prefeitura de Joinville e do Iphan.
O acesso é gratuito e tem estacionamento próprio e sem custo.
Informações
Telefone (47) 3433 0114
Expediente: De terça a domingo, das 10h às 16h
Dicas Joinvilenses:
Visite o museu primeiro, depois visite o Parque Caieira para ver na prática o que aprendeu no museu.
Crianças na faixa de 10 anos é a idade que estudam sobre os Sambaquis na escola, é uma ótima idade para visitar o museu.
Descubra no Museu como identificar um crânio feminino ou masculino e de pessoas jovens e idosas.
Este atrativos é um dos pontos do Walking tour Imperdíveis de Joinville, conheça este roteiro audioguiado caminhando pela cidade
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FAQ — Perguntas frequentes
O que é o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville?
É um museu público gratuito dedicado à preservação e pesquisa dos sambaquis — sítios arqueológicos deixados por povos que habitaram a região há mais de 5 mil anos. Seu acervo tem mais de 100 mil artefatos e é reconhecido como referência nacional em arqueologia pré-colonial.
Quanto custa a entrada no Museu de Sambaqui de Joinville?
A entrada é gratuita. O museu também conta com estacionamento próprio sem custo.
Qual é o horário de funcionamento do Museu de Sambaqui de Joinville?
Terça a domingo, das 10h às 16h. Fechado às segundas-feiras. Endereço: Rua Dona Francisca, 600 — Centro, Joinville (SC). Telefone: (47) 3433-0114.
Quantos sambaquis existem em Joinville?
Joinville tem 41 sambaquis registrados e preservados. A região da Baía da Babitonga concentra cerca de 150 sítios arqueológicos do tipo — a maior concentração do Brasil.
O que os sambaquianos faziam em Joinville?
Os sambaquianos eram pescadores, caçadores e coletores. Suas principais atividades eram a pesca, a caça e a coleta de moluscos como ostra, marisco e berbigão. Construíam seus sambaquis sempre próximos a rios, lagos e ao mar.
Posso ver um sambaqui de verdade em Joinville?
Sim. O Parque Caieira, às margens da Baía da Babitonga, preserva um sambaqui original e os fornos históricos da antiga indústria caieira. É o complemento ideal para a visita ao museu.
O Museu de Sambaqui tem acessibilidade?
Sim. O espaço conta com banheiro adaptado, piso podotátil, painel e livros em braille, mapa tátil e televisões com legendas em português, inglês e Libras.
Endereço
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