Rua das Palmeiras e Museu de Imigração

A Alameda Brüstlein, mais conhecida como Rua das Palmeiras e o Museu Nacional de Imigração são cartões postais de Joinville. Estão localizados no centro, próximos de muitos hotéis da cidade. 


A cidade foi colonizada por alemães, suíços e noruegueses e o Museu da Imigração guarda um acervo doado pelos primeiros imigrantes que chegaram em 1851, resgatando suas memórias e preservando sua história. 

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A Alameda Brüstlein, mais conhecida como Rua das Palmeiras e o Museu Nacional de Imigração são cartões postais de Joinville. Estão localizados no centro, próximos de muitos hotéis da cidade. 


A cidade foi colonizada por alemães, suíços e noruegueses e o Museu da Imigração guarda um acervo doado pelos primeiros imigrantes que chegaram em 1851, resgatando suas memórias e preservando sua história. 


O Museu é composto por 5 áreas:

- A Maison: Que foi reaberta em 2024, ela possui 3 andares que contam a história dos imigrantes que colonizaram essas terras, a história do casarão e fala sobre e imigração que acontece até hoje em Joinville e Região. 

- Casa Enxaimel: Que reproduz o modo de viver dos imigrantes. A técnica Enxaimel de construção é baseada na montagem de paredes com hastes de madeira encaixadas entre si, muito utilizada pelos imigrantes alemães.

- O Bosque: Com mesinhas em uma área muito arborizada, idela para piqueniques e contemplação da vegetação local.

- Espaço Expositivo Saberes e Fazeres: Neste espaço aprendemos sobre as práticas laborais e conhecimentos técnicos dos imigrantes.

- Auditório Dona Francisca: Aberto somente para eventos.


As palmeiras da rua foram trazidas do jardim botânico do Rio de Janeiro e plantadas naquele local para agradar o príncipe de Joinville na França, o François Ferdinand, mas que nunca veio para a cidade! Confuso? Pois é, o francês François Ferdinand veio ao Brasil e conheceu uma linda brasileira, a princesa Francisca Carolina, filha de D. Pedro I. 


Os dois se casaram e como dote de casamento o francês, príncipe de uma cidade chamada Joinville, na França, ganhou essas terras que se chamava à época Colônia Dona Francisca. 


Para homenagear o francês, a colônia passou a se chamar Cidade de Joinville. O prédio do Museu da Imigração era a sede da empresa contratada pelo príncipe para cuidar e administrar a colônia de suas terras. O casal nunca esteve em Joinville, mas deixaram sua marca registrada na beleza da rua mais bonita e emblemática da cidade, a Rua das Palmeiras. 


PARTICIPE DO  FESTIVAL DO MNIC


O Museu Nacional de Imigração e Colonização (MNIC) desenvolve anualmente o Festival do MNIC. Um evento festivo para celebrar a diversidade cultural presente em Joinville, onde não só o MNIC é ocupado pela festividade, mas também a Rua Rio Branco e Rua das Palmeiras. É realizado anualmente em Joinville desde 2018, no primeiro domingo do mês de julho!


Local: Museu Nacional de Imigração e Colonização, Rua Rio Branco, 229, Centro,

Joinville

Quando: Julho

Visitantes: Número estimado de 7.500 visitantes

Realização: Museu Nacional de Imigração e Colonização

Dicas Joinvilenses:

Assista ao Documentário que fala sobre a Imigração que até hoje acontece em Joinville e no Brasil

 "E ficaram saudades... Imigrantes e Experiências de Deslocamento"


Um filme também muito interessante filmado em Joinville que se chama Uma Carta para Ferdinand que conta um pouco da história de Joinville. Esta disponível na Amazon Prime.


Conheça por perto:

O Museu é o ponto inicial  do Walking tour Imperdíveis de Joinville, conheça este roteiro caminhando pela cidade.


E também é um dos encontros da Trilha do Patrimônio da Rua do Príncipe.

FAQ — Perguntas frequentes 


Por que a Rua das Palmeiras se chama assim?


Porque é ladeada por palmeiras imperiais trazidas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro no século XIX. Foram plantadas em homenagem ao príncipe François Ferdinand de Orléans, príncipe de Joinville, que recebeu essas terras como dote de casamento — mas nunca veio visitá-las.


Qual é a origem do nome da cidade de Joinville?

O nome vem de Joinville, cidade na França, que era o título nobiliárquico do príncipe François Ferdinand de Orléans. Ao se casar com a princesa Francisca Carolina, filha de D. Pedro I, ele recebeu as terras da então Colônia Dona Francisca. A colônia foi renomeada em sua homenagem como Cidade de Joinville.


O que foi reformado no Museu Nacional de Imigração em 2024?

A Maison, área principal do museu, foi reaberta em 2024 após uma reforma completa. O espaço, distribuído em três andares, agora apresenta a história dos imigrantes de 1851, a trajetória do casarão histórico e um olhar contemporâneo sobre a imigração que ainda acontece em Joinville hoje.


Quais povos colonizaram Joinville?

Joinville foi colonizada predominantemente por imigrantes alemães, suíços e noruegueses a partir de 1851. Essa diversidade de origens é o que confere à cidade um caráter multicultural singular, celebrado até hoje no Festival do MNIC e em diversas manifestações culturais ao longo do ano.


O que é a técnica construtiva enxaimel presente no museu?

O enxaimel é uma técnica de construção de origem germânica, baseada no encaixe de hastes e pranchas de madeira que formam as paredes da edificação. Foi amplamente utilizada pelos imigrantes alemães e é um dos elementos mais característicos da arquitetura histórica de Joinville.


Quando é o Festival do MNIC em 2026?

O Festival do MNIC acontece anualmente no primeiro domingo de julho. Em 2026, a data prevista é o primeiro domingo de julho. Consulte os canais oficiais do MNIC para confirmar a programação.


O Bosque do MNIC é aberto para piqueniques?

Sim. O Bosque é uma área arborizada dentro do complexo do museu, com mesinhas ao ar livre, aberta ao público. É um espaço ideal para uma pausa tranquila em meio à visita ao centro histórico de Joinville.

Endereço

Rua: Rio Branco, 229 – Centro –Joinville – SC

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